Economia

Economia


PUBLICIDADE
Publicidade

IGAPE destaca recuperação da Angola Telecom

Edifício da Angola Telecom
Edifício da Angola Telecom Imagens: Divulgação

Redacção

Publicado às 23/06/2023 07h20 - Atualizado às 23/06/2023 07h20

Luanda – O Presidente do Conselho de Administração (PCA) do Instituto de Gestão de Activos e Participações do Estado (IGAPE), Patrício Vilar, salientou quinta-feira a contínua recuperação da empresa Angola Telecom, realçando o trabalho desempenhado pela mesma na negociação com os fornecedores e clientes.

Patrício Vilar, que fez estas declarações no final de um encontro de trabalho entre o IGAPE e a Angola Telecom, referiu que está recuperação visa “limpar um histórico que a Angola Telecom trás consigo, um passivo significativo”.

Segundo o responsável, hoje a Angola Telecom apresenta resultados líquidos positivos, apesar de reconhecer que ainda há muito trabalho a ser feito.

“Há um trabalho de investimento que precisa de ser melhor coordenado, com outros players do mercado. Não faz muito sentido, estarmos todos a fazer redes de fibra óptica no mesmo sítio”, salientou.

 Realçou a necessidade de um trabalho de inter-coordenação entre as várias empresas que têm feito fibra óptica.

Afirmou que estas empresas não são, necessariamente, só do sector das telecomunicações, mas também do da energia, distribuição de água e caminho-de-ferro.

Prosseguindo, avançou ser necessária uma integração de investimento, porque os recursos são escassos e tem que haver utilização racional dos mesmos.

Questionado sobre a privatização da Angola Telecom, indicou que por via da bolsa não poderá ser (pelo menos nesta fase), por causa da situação económica e financeira da empresa.

“Primeiro é trilhar o caminho, nomeadamente da redução de reservas levantadas pelo auditor externo, e também da redução do passivo que a empresa tem”, acrescentou.

De acordo com o responsável do IGAPE, a Angola Telecom não tem apenas passivos, também tem dívidas de clientes.

Por sua vez, o Presidente do Conselho de Administração (PCA) da Angola Telecom, Adilson dos Santos, disse que as preocupações apresentadas ao IGAPE são relativas ao histórico da empresa, o passivo e a melhor forma de resolução.

Sobre a fraca aparição da Angola Telecom, indicou que a empresa está a actuar em vários nichos de mercados, como grossistas, empresariais e residencial.

“Angola Telecom existe, e nas províncias, com grande capacidade”, asseverou.

O PCA do Instituto de Gestão de Activos e Participações do Estado (IGAPE), Patrício Vilar, visitou a Angola Telecom no quadro do programa de acompanhamento as empresas do sector empresarial público.

Publicidade

ÚLTIMAS

    PUBLICIDADE
    Publicidade