Micro e pequenas empresas determinantes para crescimento sustentável


Luanda - A ministra de Estado para a Área Social, Maria do rosário Bragança, reconheceu que as micro e pequenas empresas são determinantes para um crescimento sustentável da economia, por gerarem emprego e fomentarem riqueza.
Falando, este sábado, na abertura da segunda Conferências Anual de Jovens Mulheres Empresárias de Angola, adiantou que as empresas são a espinha dorsal da economia, enfatizando que as micro e pequenas unidades proporcionam renda às famílias e são uma ferramenta na redução do desemprego.
Ao sublinhar que o desemprego afecta, sobretudo, os jovens, Maria do rosário Bragança recordou que, apesar dos desafios que muitas empresas enfrentam, o Executivo tem vindo a implementar medidas no sentido de criar um ambiente propício ao crescimento dos negócios.
Sublinhou que existem reclamações relacionadas com as dificuldades de acesso ao crédito e burocracia excessiva nos processos, tendo referido que a Estratégia Angola 20/50 destaca a importância de se desenvolver um ambiente que favoreça o empreendedorismo e a inovação.
As jovens empresárias são fundamentais no processo de implementação da agenda, porque "têm um forte potencial para contribuir para o aumento do Produto Interno Bruto (PIB), considerado o crescimento demográfica do país", rematou a ministra de Estado para a Área Social.
Destacou ainda o papel da sociedade civil, através das associações, na promoção e no empoderamento das jovens empresárias, em alinhamento com o Plano de Desenvolvimento Nacional 2023/2027.
Considerou ser de destacar o papel e o impacto das acções da Associação de Jovens Mulheres Empresárias de Angola (ANJA) na promoção da empregabilidade juvenil e no desenvolvimento socio-económico do país, pelos resultados alcançado na implementação do projecto de cinco mil vagas de estágio remunerado, em parceria com o INEFOP.
A segunda Conferências Anual de Jovens Mulheres Empresárias de Angola decorreu sob o lema “Mulheres líderes na vanguarda do desenvolvimento sustentável de Angola, inclusão, coesão e expansão”, com participação de cerca de 500 empresárias angolanas.