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Presidente João Lourenço realça feitos dos angolanos pela pátria

Presidente do MPLA, João Lourenço  - Augusto dos Santos
Presidente do MPLA, João Lourenço Imagem: Augusto dos Santos

31/03/2025 13h24

Luanda – O Presidente João Lourenço sublinhou, esta segunda-feira, em Luanda, que a pátria reconhece os feitos dos que contribuíram para o derrube do colonialismo, do regime do apartheid e consolidação da independência e soberania de Angola.

Ao discursar na abertura da oitava reunião ordinária do Comité Central do MPLA, João Lourenço disse que a pátria reconhece igualmente os feitos dos que, em circunstâncias difíceis e perigosas, contribuíram para o alcance e manutenção da paz e da reconciliação nacional, da reconstrução, da diversificação da economia, criação de emprego e bem-estar social para todos.

Ao referir que Angola vai comemorar 50 anos como país independente e livre de qualquer tipo de opressão colonial, da escravatura e da humilhação, apelou para que as comemorações ocorram com “alegria, júbilo e com os olhos virados para o desenvolvimento económico e social do país”.

Enfatizou que para se ultrapassar a guerra prolongada e construir a paz e a reconciliação nacional, foi determinante “a entrega total, o sacrifício extremo e a perda de vidas de milhares de filhas e filhos de Angola em todas as frentes da luta, nomeadamente na frente política, diplomática, cultural e militar”.

Revelou que, a 4 de Abril próximo, Dia da Paz e da Reconciliação Nacional, um primeiro grupo de cidadãos nacionais vão ser agraciados com a Medalha comemorativa dos 50 anos da Independência, como reconhecimento pelos seus feitos.

Apelou para que, independentemente da filiação partidária, origem étnica, confissão religiosa ou social, os angolanos reflitam sobre o destino comum, sobre a Angola que se quer para as gerações vindouras.

O MPLA, afirmou, “pela experiência acumulada, pelas responsabilidades acrescidas para com o país, o povo e a sociedade angolana, deve colocar-se sempre na linha da frente, estando sempre à altura dos grandes desafios que o país ainda tem que enfrentar”.

Na ocasião, rendeu profunda homenagem à mulher angolana, pelo seu contributo na luta de libertação nacional, nareconstrução nacional, na economia, particularmente na agro-pecuária, educação e ensino, na cultura e artes, desporto, ciência e investigação.

Felicitou e encorajou as mulheres pelas conquistas já alcançadas, reconhecendo ser preciso continuar a combater a discriminação, violência doméstica, onde a mulher e a criança são as principais vítimas, o assédio no local de trabalho e outras formas de humilhação.

Relativamente a agenda política do seu partido para o corrente ano, exortou que a mesma deve ser implementada “por todos os dirigentes, quadros e militantes, não para servir apenas os interesses do partido, mas, sobretudo, para servir a Nação e os seus cidadãos”.

Entre outros pontos, a reunião do comité Central do MPLA debate a revitalização do sector da indústria em Angola e os desafios e oportunidades.

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